terça-feira, 14 de março de 2017

Resistência de microorganismos aos agente antimicrobiano

RESISTÊNCIA DE MICRORGANISMOS AOS AGENTES ANTIMICROBIANOS


INTRODUÇÃO
            

             As bactérias são microrganismos que estão presentes no corpo humano, podendo ser encontradas em várias partes do nosso organismo, como por exemplo na pele, na boca, na genitália e no intestino (SANTOS, 2004). Existem bactérias que são conhecidamente patógenas, porém existem também aquelas que fazem parte da microbiota normal e esperam apenas uma oportunidade para nos infectar (oportunistas) e ainda existem as bactérias benéficas que ajudam no funcionamento do corpo, logo ao tomar um antibiótico, algumas colônias de bactérias existentes no corpo serão afetadas, restando apenas aquelas que resistem ao antibiótico. Isto ocorre devido à pressão da seleção que o antimicrobiano causa sobre elas (MOTA et al., 2010).
              A resistência é uma adaptação genética que algumas bactérias possuem, podendo repassar para as demais bactérias, que é agravada quando se faz o uso exagerado e sem prescrição médica adequada de antibióticos, já que os antimicrobianos selecionam apenas as bactérias que possuem essa adaptação. Esta capacidade que as bactérias dispõem se tornou um grande problema na saúde atualmente, já que não existem novos antibióticos para combatê-las e os existentes não surtem mais efeito (SANTOS, 2004). Os autores ainda contam que a resistência a antibióticos acontece tanto em ambientes hospitalares como também em casa (fig.1).
       Outro fator que agrava o atual problema é o uso de antimicrobianos pelos agropecuaristas em rações para os animais. Estes são administrados para melhorar o desempenho e crescimento dos animais, porém, da mesma forma agem selecionando bactérias, tornando-as super resistentes (BRUMANO & GATTÁS, 2009). Além disso, resquícios dos antibióticos podem estar presentes na carne do animal ou ainda contaminar vegetais, através de solos e águas contaminadas pelas excretas do animal, acarretando em um grande risco a saúde humana (REGITANO & LEAL, 2010).

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Fig.1: Representação de uma bactéria resistente.


USO INDEVIDO DE ANTIBIÓTICOS
            
              Os antibióticos são compostos naturais ou sintéticos capazes de causar a morte de fungos ou bactérias, assim como inibir o crescimento desses microrganismos (GUIMARÃES et al., 2010).
        O uso inadequado de antibióticos ocorre geralmente pela dificuldade de um diagnóstico mais preciso sobre determinados microrganismos causadores de doenças (patógenos); pelo uso prolongado ou interrompido (devido apresentar melhoras no terceiro dia de tratamento, por exemplo); pela facilidade de acesso à esses medicamentos, os quais são vendidos livremente sem comprovante da prescrição médica em algumas farmácias, mesmo sabendo que tal ação é proibida e também pela falta de fiscalização por parte dos órgãos responsáveis pela regularização desses estabelecimentos (OLIVEIRA, 2010).
              O uso indevido desse tipo de medicamento em algumas rações de gato e cachorro proporciona a seleção de bactérias resistentes também nesses animais (MARINO, 2008). O autor afirma que é um grande risco para a saúde dos animais domésticos e de produção (MARINO, 2008), pois, já não podem ser combatidas por alguns tipos de antibióticos (OLIVEIRA, 2010).(Fig. 3)
Resultado de imagem para antibiótico na alimentação


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                               Fig. 2- Uso inadequado de antibióticos                          Fig. 3- Representação do uso de antibiótico
                                                                                                                          na alimentação de alguns animais.


USO ADEQUADO DE ANTIBIÓTICOS
           
            A principal estratégia para evitar a resistência de bactérias a  antibióticos é fazer uso moderado e apropriado de tais, desta forma reduzindo o surgimento de bactérias resistentes, no entanto, essa prática se torna difícil em certos ambientes, pois é necessário grandes e longas mudanças (SILVA & JUNIOR, 2015). (Fig.4)
- Usar antibióticos com indicação do médico ou dentista;
- Ingerir a dose prescrita e nos horários corretos;
- Não cessar o tratamento mesmo com sintomas de melhoras;
- Não fazer uso de antibióticos fora do prazo de validade;


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Fig.4- Alerta sobre os cuidados com o uso de antibióticos


Peça sempre orientação ao profissional de saúde!



REFERÊNCIAS

BRUMANO, G.; GATTÁS, G. Implicações      sobre      o      uso   de antimicrobianos       em       rações       de monogástricos. Revista  Eletrônica Nutritime, v.6, n.3, p.953-959, 2009.
DICAS DE SAÚDE - Uso correto de antibióticos. Disponível em
< http://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/218_uso_antibioticos.html > Acesso em: 06/03/2017.
FIOL, F. S. D.; LOPES, L.C.; TOLEDO, M. I.; BARBERATO-FILHOS. Perfil de prescrições e uso de antibióticos em infecções comunitárias. Rev. Soc. Bras. Med. Trop. 43(1): 68-72, 2010.
GUIMARÃES, D.O.; MOMESSO, L.S., PUPO, M.T. Antibióticos: importância terapêutica e perspectivas para a descoberta e desenvolvimento de novos agentes. Quim Nova, 2010.
MARINO, T.C.; MEDEIROS, S.R. Aditivos alimentares na nutrição de bovinos de corte. 7º cap. EMBRAPA. 2008. 
MOTA, L. M.; VILAR, F. C.; DIAS, L. B. A.; NUNES, T. F.; MORIGUTI. J. C. Uso racional de antimicrobianos. Medicina (Ribeirão Preto). 2010; 43(2): 164-72.
OLIVEIRA, N. F. de. "Uso indiscriminado de antibióticos nos serviços da atenção básica: revisão bibliográfica." (2010).
REGITANO, J.B.; LEAL, R.M.P. Comportamento e impacto ambiental de antibióticos usados na produção animal brasileira. Revista Brasileira de Ciência do Solo. 2010;34(3):601–16.
SANTOS, N. Q. A resistência bacteriana no contexto da infecção hospitalar. Texto Contexto Enferm. 2004;13(n.esp):64-70.

SILVA, C.D.R., JÚNIOR, M.R.S. Estratégias para uso adequado de antibioticoterapia em unidade de terapia intensiva. Einstein (16794508), v. 13, n. 3, 2015.

Fonte das imagens
Fig.1- milenar.org/2015/11/22/descobertas-bacterias-resistentes-a-todos-os-antibioticos/
Fig.2-diariodebiologia.com/2015/12/uso-indevido-de-antibioticos-pode-ser-causa-no-aumento-de-alergias/
Fig.3- 
Fig.4-farmaciabaleares.es/es/noticias-detalle/uso-racional-de-antibioticos/

segunda-feira, 13 de março de 2017

Infecções Fúngicas- Candidíase (Vulvovaginal e Oral) e Criptococose

INFECÇÕES FÚNGICAS

CANDIDÍASE

            A candidíase é uma doença causada por fungos do gênero Candida, na sua maioria leveduras (fig. 1), mas podem se apresentar na forma de fungos filamentosos dependendo das condições ambientais e imunológicas do indivíduo, sendo assim classificados como fungos dimórficos (BARBEDO & SGARBI, 2010).
            São fungos que fazem parte da microbiota normal de cada indivíduo e são considerados patógenos, pois, em condições favoráveis ao seu desenvolvimento podem causar doenças como a candidíase bucal e a candidíase vulvovaginal (MORAGUES, 1993).

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Fig.1- Fungo do gênero Candida em
sua forma leveduriforme.

Candidíase Vulvovaginal

O que é?

            A candidíase vulvovaginal (CVV) é causada principalmente pelo fungo Candida albicans que se desenvolvem de maneira desordenada na mucosa do trato genital feminino, podendo ser encontrada tanto na vulva quanto no canal vaginal (ZIARRUESTA, 2002) (fig. 2). Ela ainda pode ser considerada como candidíase vulvovaginal recorrente, quando ela ocorre mais de quatro vezes durante um ano (PATEL, 2004).


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Fig. 2- Vulva vaginal infectada por Candida albicans

Transmissão

            Na CVV a transmissão do fungo ocorre pelo contato sexual, porém, essa não é a principal via de transmissão, pois esses fungos fazem parte da microbiota natural da vagina e pode ocorrer através do sexo oral, desde que a pessoa possua a infecção na cavidade oral (TOZZO, 2012).

Sintomas

            Pessoas com CVV podem apresentar sintomas como prurido, corrimento vaginal com aspecto de leite, ardor ao urinar e coceira, sendo agravado no período pré-menstrual, porém, em alguns casos a infecção pode ser assintomática (ROSA, 2004).


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Fig. 3: "Represetação" dos sintomas da
Candidíase Vulvoginal

Diagnóstico

            O diagnóstico da CVV pode ser feito através de exames laboratoriais, onde é feito a coleta com o auxílio de um swab estéril (instrumento flexível com algodão em uma das extremidades utilizado para coletar amostras clínicas), que consiste na confecção de lâminas para observar a microbiota vaginal a partir da utilização de hidróxido de potássio e na elaboração de meios de cultura para cultivar fungos em temperatura ambiente em um período de 24-72 horas (SDRIM; ROCHA, 2004). (Fig. 4).


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Fig. 4: Cultura de fungos do gênero Candida.

Tratamento

            O tratamento de CVV é feito basicamente com o uso de antifúngicos por via oral (fig. 5) ou vaginal (fig. 6), que pode variar no tempo de reação que pode ocorrer de poucos dias e em casos mais graves o tratamento pode ser feito durante um tempo prolongado, cerca de 30 dias ou mais (FEUERSCHUETTE, 2010).


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Fig. 5: Representação do uso de medicamentos
via oral para tratamento de candidíase vulvovaginal
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Fig. 6- Exemplo de medicamento usado via
vaginal no tratamento de candidíase vulvovaginal

TODO E QUALQUER MEDICAMENTO DEVE SER UTILIZADO COM PRESCRIÇÃO MÉDICA

Prevenção

            Para prevenir a CVV é necessário manter uma alimentação saudável, evitar o uso de calças jeans ou nylon, pois esses tecidos aquecem a região da vagina, aumentando a umidade na região e favorecendo a proliferação do fungo (TOZZO, 2010).


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Fig. 7: Alimentos saudáveis




Candidíase Bucal

O que é?

É uma infecção fúngica muito comum na região oral, onde se apresentam lesões do tipo branco-amarelado, podendo ser agudas ou crônicas dependendo da gravidade da infecção, sendo muito comum em pessoas que utilizam prótese ou aparelho bucal. (Fig. 8).  
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Fig. 8: Cavidade oral infectada com fungos do gênero Candida.

Transmissão

A cândida está presente na microbiota normal, assim não se manifestam em pessoas com um bom estado de saúde, porém existem fatores que fazem com que a candidíase se manifeste com a umidade, temperatura, câncer em estado avançado, estresse e baixa imunidade (ARAÚJO et al., 2013).

Sintomas

Normalmente não apresenta sintomas, porém, podem ocorrer desconfortos como: vermelhidão, ardência e pequenas bolhas esbranquiçadas. (Fig. 9)
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Fig. 9: Bolhas (aftas) causadas por infecção de fungos do gênero Candida.

Diagnóstico
          Diagnosticado a partir de exames clínicos e laboratoriais. Outro recurso clínico muito utilizado nos casos de candidíase pseudomembranosa ''sapinho'' é a raspagem das lesões (OLIVEIRA, 2013).
Tratamento
Na indústria farmacêutica existem vários antifúngicos usados no tratamento de infecções fúngicas como a nistatina que pode ser aplicada diretamente sobre a lesão (PEIXOTO et al., 2014).
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Fig. 10: Nistantina, medicamento usado no tratamento de aftas.


TODO E QUALQUER MEDICAMENTO DEVE SER UTILIZADO COM PRESCRIÇÃO MÉDICA



CRIPTOCOCOSE

O que é?
            Criptococose é uma doença fúngica, conhecida popularmente como torulose, causada pelo fungo do gênero Cryptococcus (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012), (Fig. 11). Possui uma cápsula envolta apresentando o glucuronoxilomanana, componente que determina os tipos sorológicos que são A, B, C, D e AD (KON et al., 2008). São fungos que podem ser encontrados em todo o mundo, ou seja, são cosmopolitas (SANTOS et al., 2006).


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Fig. 11: Fungo do gênero Cryptococcus


Transmissão
            Ocorre pela inalação dos esporos que o fungo produz, sendo encontrado principalmente em fezes de aves (SANTOS et al., 2006) e de morcegos (OLIVEIRA et al., 2008).


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Fig. 12: Modo de transmissão da criptococose.
Sintomas
            Os gatos apresentam mudanças na pele como o aparecimento de úlceras e nódulos como também pode apresentar secreção nasal, espirros e bolores granulomatosos causando o famoso "nariz de palhaço" (fig. 13). Os cães podem apresentar depressão, convulsão e andar em círculos. Os humanos podem apresentar febre, tosse, dor torácica e diminuição da visão. Nos animais e também no homem ocorrem lesões no sistema nervoso central (SANTOS et al., 2006). (fig. 14).

Imagem relacionada  
Fig. 13: Gato infectado com fungos do tipo
Cryptococcus,
apresentando bolores granulomatosos


Fig. 14: lesões causadas por fungos do gênero Criptococcus.


Diagnóstico
            Pode ser feito por diversos exames (citológico, micológico, dentre outros) utilizando sangue, soro, tecido, muco e urina do paciente (SANTOS et al., 2006). É um diagnóstico fácil por apresentar um tropismo pelo sistema nervoso central (KON et al., 2008).
Tratamento
            Em humanos os medicamentos mais administrados são a anfotericina B juntamente com a 5-flucitosna ou flucanazol e itraconazol e em animais é recomendado o uso de anfotericina B e itraconazol como também o cetoconazol, flucitosina, fluocitosina, dentre outros. Ressaltamos que todos esses medicamentos devem ser tomados mediante receituário entregue pelo médico ou pelo veterinário (BIVANCO et al., 2006 apud QUEIROZ et al., 2008; LARSSON et al., 2003 apud QUEIROZ et al., 2008; PEREIRA & COUTINHO, 2003 apud QUEIROZ et al., 2008). 


TODO E QUALQUER MEDICAMENTO DEVE SER UTILIZADO COM PRESCRIÇÃO MÉDICA
Prevenção
            Segundo Gerson et al. (2000) não criar pássaros em casa é o melhor a ser feito, mas caso deseje deve-se molhar as excretas dos pássaros para que os esporos não sejam levados pelo vento. (fig. 15).
Fig. 15: Não criar aves em casa.




BONS ESTUDOS!


Texto escrito por: ¹Cinara W.F. Bezerra, ¹Maiara A. da Silva e ¹Patrícia M. da Costa.
Texto revisado por: ²Professora Dr. Marília Sales Cadena
¹ Graduandas de Bacharelado em Ciências Biológicas na Universidade Federal Rural de Pernambuco- Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UFRPE-UAST).
² Professora adjunta da UFRPE-UAST, responsável pela disciplina de Microbiologia e Imunologia.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SANTOS, R. P.; CANDIDO, R. C. Diagnóstico Laboratorial da Criptococose. NewsLab - edição 77 - 2006.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Vigilância e Epidemiológica Da Criptococose. Brasília, DF. Abril de 2012.
KON A.S.; GRUMACH AS, COLOMBO AL, PENALVA ACO, WANKE B, TELLES FQ, et al. Consenso em criptococose. Rev Soc Bras Med Trop 2008; 41:524-544.
OLIVEIRA, F.; BAZAN, C.; SOLIVA, A.; RITZ, R., et al. CRIPTOCOCOSE. Revista Científica Eletrônica de Medicina Veterinária, Ano VI – Número 11 – Julho de 2008.
 QUEIROZ, J. P. A. F.; SOUSA, F. D. N.; LAGE, R. A.; IZAEL, M. A.; SANTOS, A. G. Criptococcose – uma revisão bibliográfica. Acta Vet Bras. 2008; 2: 32-8.
PENA, G. O., et al. Doenças Infecciosas e Parasitárias: Aspectos Clínicos, de Vigilância Epidemiológica e de Controle - Guia de Bolso. Brasília: Ministério da Saúde: Fundação Nacional de Saúde, 2000.
ARAUJO, J. E. T. , ARAÚJO, D. F. G. ,BARBOSA, P. G., SANTOS P. S. S., MEDEIROS A. M. C.. Candidíase invasiva e alterações bucais em recém-nascidos prematuros, einstein. 2013;11(1):71-5.
OLIVEIRA, P. S., Protocolo clínico, Almiro Reis Gonçalves Coordenador da Comissão de Educação Continuada do CRO-RJ Fevereiro 2013. Disponível em : <http://www.cro-rj.org.br/pc/fev13.pdf > acesso em: 21/02/2017.
PEIXOTO, J. V., ROCHA M. G. , NASCIMENTO, R. T. L., MOREIRA, V. V., KASHIWABARA, T. G. B., CANDIDÍASE - UMA REVISÃO DE LITERATURA , V.8,n.2,pp.75-82 (Set - Nov 2014).
BARBEDO, L. S.; SGARBI, D. B. G. Candidíase.  Jornal brasileiro de doenças sexualmente transmissíveis, Rio de Janeiro, v. 22, nº 1, p. 22-38, 2010.     
FEUERSCHUETTE, O. H. M.; SILVEIRA, S. K.;  FEUERSCHUETTE, I.;  GRANDO, L.; CORRÊA, T.;  TREPANI, A. Candidíase vaginal recorrente: manejo clínico. FEMINA, v. 38. Nº 02, 2010.
MORAGUE, M. D. et al.  A monoclonal antibody directed against a Candida albicans  cell wall monnoprotein exerts three anti- C. albicans  activities. Infec Immun, v. 71, p. 5273- 79, 2003.
PATEL, D.A. et al, Risk factors for recurrent vulvovaginal candidiais in women receiving maintenance antifungal therapy: results of a propective cohort study.  Am J Obst Gyn, v. 190, p. 644-53, 2004.
SIDRIM, J. J. C.; ROCHA, M. F. G. Micologia médica à luz de autores contemporâneos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
ROSA, M. I.; RUMEL, D. Fatores assiciados à candidíase vulvovaginal: estudo exploratório. Rev Bras Ginecol Obstet. v. 26, n.1, p. 56-70, 2004. 
ZIARRUTA, G. B. Vulvovaginitis candidiástica. Rev Iberoam Micol, v. 19, p.-22-4, 2002.
TOZZO, A. B.; GRAZZIOTIN, N. A. Candidíase vulvovaginal. PERSPECTIVA, Erechim. v.36, n.133, p.53-62, março/2012

REFERÊNCIAS DAS IMAGENS

Fig 1: pt.medicine-worlds.com
Fig. 2: grdedall.blogspot.com.br
Fig. 3: saude.umcomo.com.br
Fig. 4: pt.slideshare.net/marcosnala/identificacao-levedurasinteressemedicoppt
Fig. 5: melhorcomsaude.com/como-prevenir-infeccoes-vaginais/
Fig. 6: metronidazol.com.br/metronidazol-creme-e-gel/

Fig. 7: pt.wikipedia.org/wiki/Vegetarianismo
Fig. 8: e.wikipedia.org/wiki/Kandidose
Fig. 9: commons.wikimedia.org/wiki/File:Aphthe_Unterlippe.jpg
Fig. 10: bulasderemedios.com/bula-do-nistatina-antifungico/
Fig. 11: commons.wikimedia.org/wiki/File:Cryptococcus.jpg
Fig. 12: criptococosenaenfermagem.blogspot.com.br/
Fig. 13: clinicaveterinariaejea.com/nina-y-su-carcinoma-de-celulas-escamosas/
Fig. 14: mesquitacomovai.com.br/saude/?p=388
Fig. 15: http://blog.brcondos.com.br/como-evitar-pragas-nos-condominios/